Crítica: Cartas para Julieta

Cartas para Julieta (Letters to Juliet)

Nessa comédia romântica narra-se a história de Sophie (AMANDA SEYFRIED) que viaja com seu noivo Victor (GAEL GARCÍA BERNAL) para Verona, a cidade italiana considerada uma das mais românticas já que é o cenário de  Romeu e Julieta, de Shakespeare. Lá ela acaba conhecendo as Secretárias de Julieta, grupo de mulheres que se juntam para responder cartas que mulheres apaixonadas de todo o mundo mandam, que a mostram que o verdadeiro amor pode percorrer anos sem ser mudado.

Ao se propor a assistir alguma comédia romântica, ainda mais americana, nós já vamos com o intuito de sabermos o final do filme logo quando começamos a assisti-lo. Porém, isso não acontece quando se assiste Cartas para Julieta. Isso porque ele não segue a fórmula “a menina boa que se apaixona pelo bad boy“. Essa é uma boa notícia para as pessoas (normalmente do sexo femino) que curtem esse gênero de filme.

A dose de açucar do filme é ideal, nem a mais nem a menos. Ele consegue te tocar mas sem fazer você sentir aquela coisa melosa demais. Possui também passagens engraçadas que ajudam nisso.

O que permite o filme ser assistido e reassistido é o fato de que ele mostra o amor entre as idades. Isso permite com que se observe e capte sensações diferentes em passagens diferentes do filme devido ao momento de vida de cada pessoa.

Eu recomendo esse filme para qualquer pessoa. Especialmente meninas. Incluindo aquelas que ainda não tiveram o Happy ever after. Acredite, o final do filme pode acontecer com você. Só que talvez demore um pouco menos.

PS: O filme sai nas locadoras no dia 14 de setembro.

NOTA: 3.5/5

Crítica escrita por Marina Reis

Publicado em Críticas por Matheus Fragata. Marque Link Permanente.

Sobre Matheus Fragata

Formado em cinema pela UFSCar seguindo o sonho de me tornar Diretor de Fotografia. Sou apaixonado por filmes desde que nasci, além de ser fã inveterado do cinema silencioso e do grande mestre Hitchcock. Acredito no cinema contemporâneo, tenho fé em remakes e reboots, aposto em David Fincher e me divirto com as bobagens hollywoodianas. Tenho sonhos em 4K, coloridos e em preto e branco. Sempre me emociono com as histórias contadas por esta arte. Agora busco a oportunidade de emocionar alguém com as que tenho para contar

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