Crítica: Tinha que ser você

Tinha que ser você (Last Chance Harvey):

Esse romance se inicia quando Harvey Shine (DUSTIN HOFFMAN), um compositor de jingles, recebe um alerta de seu chefe, Marvin (RICHARD SCHIFF), de que seu emprego está por um triz. Ele viaja então para Londres, onde acontecerá o casamento de Susan (LIANE BALABAN), sua filha. Porém, ao chegar, ele descobre que ela escolheu seu padrasto para leva-lá ao altar. Sentindo- se deslocado Harvey sai antes do casamento mas mesmo assim perde seu voo e acaba despedido. Enquanto bebia para afogar suas mágoas no aeroporto ele conhece Kate (EMMA TOMPHSON), uma mulher sozinha, sem vida social, que é obrigada a conviver com as paranóias de sua mãe.

Algo que prende a sua atenção na tela é que, nos momentos de mais emoção, você sente como se fosse o personagem em cena. Por exemplo, quando Harvey recebe a notícia de que não será ele que irá levar Susan no altar parecia que era eu que estava lá. Muito emocionante.

O que faz Tinha que ser você se destacar de outros filmes da mesma categoria é que ele apresenta um amor de pessoa mais velhas, um amor mais difícil, justamente por não ser um amor tão aberto, já que eles já sofreram bastante diante desse assunto. Porém, é um amor muito sincero e delicado. Sabe quando você observava aquele casal de velinhos de mãos dadas no parque? Algo similar. Só que eles não são velhos, apenas experientes.

Nota: 3.0/5.0

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