Crítica: “Velozes e Furiosos 5”

Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio (Fast Five)

Mesmo filme, outro olhar (a crítica positiva está no post anterior)

Por Matheus Fragata

Nos meus textos anteriores, utilizo o primeiro parágrafo para contar algumas curiosidades e lançar dicas sobre bons filmes. Mas aqui vou contar uma rápida crônica que aconteceu com o ser que lhes escreve. Cinemark Eldorado, um cinema bom e interessante. Comprei ingresso para a melhor sala disponível – a tal da “XD” com seu incrível e quilométrico projetor 4K combinado com um sistema de som de 40.000 Watts (cópia do IMAX). O filme começou a rolar, as luzes apagaram-se e a vadiagem começou a rolar.

Às vezes penso em quão inútil e ridículo o ser humano consegue ser. Infelizmente, meus pensamentos viraram realidade e me prejudiquei. Peguei um ótimo assento para fazer uma analise incrível sobre “Fast Five”, mas os seres que estavam ao meu redor não tiveram tal consideração. Principalmente, as três rainhas do funk que estavam “sentadas” a minha frente. Não havia motivo, as velhas corocas não paravam de caçoar, ter orgasmos toda vez que Vin Diesel mostrava seu “belíssimo” rosto em tela e emitir a coisa que eu mais detesto – sons guturais bizarros de “Óhhhh, meu Deus, ele levou um tiro” ou “HAMMMMM, ele era o vilão!!! =O”. Pelo amor do Pai Eterno, minhas crianças. Que eu saiba, quem vai ao cinema não é cego e entende o que se passa na porcaria do anteparo sem a necessidade de intérpretes.

Quando penso que tudo não podia piorar, a dondoca desprovida de educação e dicionário tira o lustroso “IPhone 4 GS3 OMG” de sua Luis Vitton e começa a gravar uma cena completamente desnecessária (aliás, este filme inteiro é). Ótimo, minha sessão já estava arruinada assim como minha atenção e meu humor. Para meu espanto, no fim dos créditos animados aparece uma cena com Eva Mendes. Novamente, o cinema se aquieta em seu pseudossilêncio lotado de burburinhos. A cena corre, não adiciona nada de significativo em sua vida. O filme por fim acaba (graças a Deus), “a tortura foi embora” pensei naquele instante. Mas quando dou as costas para finalmente sair do Nono Círculo do Inferno, a plateia inteira aplaude de PÉ esse lixo cinematográfico. Sem mais, vamos à crítica que é o que interessa.

Brian e Mia conseguem resgatar Dominic da prisão mais uma vez. O grupo foge para a cidade do Rio de Janeiro no Brasil. Lá, eles arranjam problemas com o criminoso mor da cidade, Reyes, que agora quer suas cabeças a todo custo. Dominic, Brian e Mia convocam parceiros de aventuras passadas para ajuda-los em um último golpe – roubar todo dinheiro de Reyes. Enquanto isso, um grupo de operações especiais liderado por Hobbs, o policial mais implacável do mundo, tenta recapturar Dominic e seus amigos.

Tuning, onde está você?

O roteiro de Chris Morgan se consagra pela construção das cenas de ação e de algumas piadinhas (comédia escatológica a parte), já em narrativa e pesquisa é uma tragédia. Ele conta com quatro segmentos agitados memoráveis – a perseguição no luxuoso trem (!!!!) que cruza o “famosíssimo” deserto brasileiro, a fuga in the Favela’s (porque os personagens não chamam de slums?), o quebra pau entre Diesel e The Rock e o clímax original que cai no clichê em seu desfecho.

Os problemas e as falhas do roteiro são inúmeros. Dominic (o personagem protagonista) evidencia no inicio do filme que eles estão falidos e sem um tostão no bolso. Então, como estes seres bestiais conseguem muito dinheiro para financiar o plano acéfalo do grupo? O roteiro não se incomoda em responder. Ele também não faz questão de lembrar o espectador o que aconteceu nos filmes passados para situa-lo melhor na trama – é necessário assistir os outros filmes da série – tampouco explica a ressurreição de Han (“Tokyo Drift” é um spin-off da série). Além de não citar o paradeiro final do tão polêmico chip e como os “favela’s heroes” de Reyes sempre aparecem do nada.

É vergonhoso ver como o Brasil é retratado por “Fast Five”. Ele insinua que nossas terras “há 500 anos” foram invadidas pelos espanhóis que foram derrotados pelos indígenas (queria ter tido essa aula de História). Então, os portugueses chegaram e por meio do escambo, dominaram o Brasil e seu povo selvagem. Ele é carente de cenas que passam no Rio, sempre preferindo cenas na Batcaverna de Vin Diesel. Fora que, segundo ele, toda polícia do Rio (sem exceção) é corrupta além de ter vários Dodges Challengers na garagem.

“This is Brasil”, a cena que ilustra este célebre frase é simplesmente constrangedora lançando a imagem de que todo brasileiro está exageradamente armado pronto pra guerra. As nossas mulheres também não foram esquecidas. Todas com pose de “Maria gasolina” trajando roupas calientes sendo que uma aparece com a farta bunda pra fora em close. Após uma cena tão sensual, sexual e física como esta fica difícil aceitar que a magrelo-cadavérica Gal Gadot consegue seduzir o mafioso Reyes em um piscar de olhos. Não posso esquecer-me da menção honrosa em que várias mulatas aparecem seminuas enquanto trabalham numa “empresa” de lavagem de dinheiro.

Morgan destruiu a alma da série que eram os tunings fantásticos e os ‘rachas’ alucinantes. Com este filme ele assume descaradamente o subgênero (assalto/policial) que a série vai tomar. Até mesmo quando reapresenta os personagens para o espectador, copia a fórmula inteligente e original de “Onze Homens e Um Segredo”. O único ‘racha’ do filme inteiro é sem graça, rápido e muito menos memorável. O roteirista também é perito em criar situações que debocham as leis da física. Por exemplo, quando Hobbs cospe cacos de vidro na plateia ou quando Dominic e Brian pulam de um carro em uma queda-livre de mais de 100 metros de altura em direção à água. Meus caros, se algum de vocês tentarem pular sem a posição adequada na água em uma altura de 100 metros, seu corpo virará um purê de ossos e carne, além da morte lenta e aguda que o suicida sofre. Claro, sem mencionar as malditas frases de efeito que o texto possui que ele faz questão de enfatizar por meio de alguma expressão de outro personagem.

Placas tectônicas 

A atuação do elenco do filme se resume a exibir seu bolo de carne ou gordura mais atrativo – leiam-se aqui peitos, bundas, bíceps, tríceps. Vin Diesel tem dificuldade absurda em construir expressões faciais. O cara se esforça tanto para fazer um sorriso que fica com uma cara sapo cururu troncudo mal humorado. Não há pontos positivos ou negativos na atuação de Diesel – ele simplesmente não sabe atuar e nunca vai saber. Seus pontos fortes são: fazer cara de mau enquanto atira nos antagonistas, ser um bandido boa-praça, dirigir excepcionalmente bem e ser uma montanha colossal de músculos.

Sempre achei Paul Walker um dos piores atores de todos que conheço, entretanto tive uma surpresa neste filme. Aqui, sua atuação se mostra muito mais madura e interessante. Ele deixou as expressões de pateta para outras que realmente explicitam a preocupação do personagem em relação à sobrevivência do grupo. Tyrese Gibson e Ludacris  conseguem proporcionar um carisma aceitável em seus personagens com tiradas cômicas. Sung Kang volta como o falecido Han e como sempre sua atuação é a melhor graças ao seu timing perfeito e seu carisma inestimável. Dwayne Johnson ou The Rock é o segundo melhor ator do filme. Seu personagem desperta o interesse do espectador pela determinação do ator em capturar todos criminosos que trombarem contra ele.

O português Joaquim de Almeida aposta na caricatura e no jeito canastrão de seu personagem assemelhando-se muito a antagonistas de filmes de ação oitentistas. Gal Gadot, Don Omar, Tego Calderon, Elsa Pataky, Matt Shulze e Jordana Brewster completam o elenco sem grandes inovações ou surpresas. Não preciso nem comentar a ausência de atores brasileiros no elenco do filme, portanto o português falado em cena é simplesmente ridículo e causador de risos de constrangimento. Detalhe para o “Parëm, eläs estón ‘com migo’!”.

1% de arte 

O cinegrafista Stephen F. Windon é capaz de fazer uma modelagem de luz muito boa como ficou provado na série “The Pacific”, mas em “Fast Five” não devia estar muito inspirado. Várias imagens ficam sem um tratamento mais artístico na iluminação, exceto aquelas que passam no esconderijo de Vin Diesel. Ele apela muitas vezes para os GPGs – grandes planos gerais, que mostram um pouco da bela cidade do Rio de Janeiro sem se esquecer das imagens impactantes do amontoado de casinhas na favela.

A única cena que a fotografia torna-se absolutamente excelente é o rápido segmento do ‘racha’ em que ele utiliza desfoques naturais com um plano genial de uma vidraça embaçada pelo sereno da madrugada. Também o constante ritmo das cores azul e vermelho misturado com a movimentação frenética das câmeras dá um dinamismo impressionante a cena, além do importante auxilio dos carros cinematográficos. Nesta parte, é possível reconhecer toda identidade visual que a franquia construiu. Porém, seu trabalho não merece elogios porque ele é existente apenas nesta cena. Às vezes, tem a boa vontade e a inteligente sacada de manejar tremulamente suas câmeras – mais conhecido como “câmera nervosa”, em momentos que o grupo liderado por Diesel passa por maus bocados. Outras vezes, combina o movimento com muita poeira no meio dos tiroteios garantindo uma imagem mais forte, densa e física.

Os efeitos visuais conseguem colar os ‘backgrounds’ da cidade do Rio de Janeiro nas locações na Costa Rica com maestria. Porém, qualquer brasileiro consegue identificar coisas que não existem na cidade como a fictícia ponte onde ocorre o absurdo clímax. É muito normal realizar filmagens em uma cidade alegando ser outra. Por exemplo, Toronto é a Nova Iorque dos cinemas devido o baixo custo de produção e facilidade de fechar ruas.

Sai a Bossa Nova, entra o funk…

A música original é de Brian Tyler. Suas composições tentam ter um gingado brasileiro lotado de batidas fortes de tambores, alguns apitos e de vez em quando algumas distorções eletrônicas. Sua trilha na maioria das vezes dispensa os violinos, mas quando utiliza cria músicas surpreendentes e viciantes como o tema principal do filme, sendo esta digna dos filmes do James Bond. As músicas originais cumprem muito bem sua função, deixando o espectador tenso o suficiente além de anima-lo em toda cena em que aparece. Destaque para a música da perseguição nas favelas.

A trilha licenciada também é muito boa e aqui a música nacional marca presença. Não espere encontrar Tom Jobim ou Caetano Veloso em um filme desses. Aqui quem domina é Marcelo D2 com a melhor canção do longa – “Desabafo/ Deixa eu   dizer”. Então já deu para notar que o Hip-Hop brasileiro é muito presente no filme. Entre os artistas, estão MV Bill, Obando e Black Alien. Os funks ‘proibidões’ também aparecem em dados momentos. “Danza Kuduro” é utilizada em uma cena um pouco inadequada deixando-a completamente deslocada com o contexto da imagem.

Esqueceram o significado do “velozes”… 

Justin Lin é o diretor da franquia desde “Tokyo Drift”. Ele mudou completamente o rumo da cinessérie com o roteirista Chris Morgan abandonando descaradamente o diferencial dos filmes que eram as corridas para incrementar tiroteios nervosos. Na há duvidas que o diretor realiza todas cenas de ação com uma facilidade fantástica. Elas funcionam muito bem mantendo um ritmo agradável, mas o problema não reside nestas seletas cenas e sim no filme todo.

Seu auxilio na edição do filme não se mostrou nem um pouco eficiente. O filme tem um ritmo muito irregular – muito papo furado para pouca ação. Graças à audácia do diretor optar por uma metragem absurda para um filme de ação (2 horas e 10 minutos), não carece de cenas movimentadas, mas é difícil esperar por outra, devido às longas pausas. Nestas pausas, ele fica num marasmo chatíssimo e infinito. Quando ele finalmente dá pistas de que vai acontecer o primeiro ‘racha’ do filme, Lin corta abruptamente a cena deixando o espectador indignado e possesso de raiva.

Além destes graves problemas do manejo do ritmo do longa, ele insiste que seu filme não acabe nunca. Ou seja, quando o espectador começa a notar que a projeção está no fim, o diretor garante mais alguns minutos no desnecessário epílogo antes dos créditos finais que também são interrompidos para mais uma cena.

Clube dos Furiosos

Não recomendo “Velozes e Furiosos 5” nem para o meu pior inimigo. O filme é arrastado, lento e retrata o povo brasileiro com certa “peculiaridade”. Suas poucas qualidades não superam seus muitos e desprezíveis defeitos. Se você é um fã de carteirinha da série, é necessário que você assista e é muito provável que encontre um bom entretenimento. Mas se você nunca ouviu falar desta franquia, passe longe.  Se pensa que vai encontrar muitas corridas com carros tunados, também sairá decepcionado – vai encontrar muitas mulheres belas com suas “vergonhas” a mostra como diria Pero Vaz de Caminha. Ofensivo para as damas, mas faz a alegria dos marmanjos.

Se a intenção do longa era deixar o espectador tão enfurecido como Vin Diesel no barraco com The Rock, posso afirmar que ele consegue… E muito.

NOTA: 1.5/5.0


Publicado em Críticas por Matheus Fragata. Marque Link Permanente.

Sobre Matheus Fragata

Formado em cinema pela UFSCar seguindo o sonho de me tornar Diretor de Fotografia. Sou apaixonado por filmes desde que nasci, além de ser fã inveterado do cinema silencioso e do grande mestre Hitchcock. Acredito no cinema contemporâneo, tenho fé em remakes e reboots, aposto em David Fincher e me divirto com as bobagens hollywoodianas. Tenho sonhos em 4K, coloridos e em preto e branco. Sempre me emociono com as histórias contadas por esta arte. Agora busco a oportunidade de emocionar alguém com as que tenho para contar

30 respostas em “Crítica: “Velozes e Furiosos 5”

  1. sem palavras, acompanhei todos os 4 filmes anteriores, não vi em nenhum momento humilharem tanto o pais que foi feito a gravação, eles nos tratarram como terra de malboro, no filme todo quem manda no brasil e a policia americana, não se ve em momento nenhum policia brasileira nas ações ( somente no final, pois destruir uma cidade toda com um cofre sendo puxado por 2 carros, e não aparecer nehuma policia seria de mais, sendo que so aparecem pois seria um roubo de um politico que comandava o batalhão) numca vi filme tão ruim.. se assim posso falar, nem o cinema nacional produz tanta porcaria..
    dinheiro gasto a toa…

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  2. Acho que o Justin Lin entrega o filme que o público que aprecia essa franquia queria ver. Mas, eu, particularmente, não gostei do filme. Achei fraco de roteiro (poderíamos esperar outra coisa??) e muito, mas, muito mentiroso (de novo: poderíamos esperar outra coisa???)….

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    • Sim, concordo que o filme é direcionado a “massa”. Pessoas que não ligam para a sétima arte, provavelmente vão gostar do filme.
      Certamente não poderiamos esperar muita coisa dessa franquia, mas ainda considero “Tokyo Drift” o melhor da série!

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  3. Bom mesmo não tendo mais corridas,gostei muito do filme. Algumas cenas ficaram muito forçadas e ficou tb um pouco chato como mostraram o brasil mais infelizmente esse é o lixo de pais em que vivemos mesmo. Filme excelente.

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    • Geralmente não ligo como retratam o Brasil em filmes como estes – não liguei para o “This is Brasiú”.
      A história, Vin Diesel, o ritmo arrastado e o total descaso com a fotografia me deram indigestão, mas como a Kamila disse “poderiamos esperar oura coisa?”.

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  4. Só pra avisar que nesse filme o Han ainda está vivo, ou seja, aconteceu antes do “Tokyo Drift”. É só prestar atenção ^^

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  5. Assisti pois não tinha nada pra ver Nesse Domingo ou era o filme ou Fastao, GUGU,Silvio santos, Eliana ou Ana.
    Prefiro assistir um filme que do ver teve.
    MInha nosssa!!!! quanta besteira não acredito que vi por duas horas é uma tortura.

    OBS. A ponte do trem que passa e do Estado de Texas, Não existe no Brasil transporte de trem Estadual.

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    • Domingo é foda mesmo, Eduardo. Além de só passar lixo na televisão ainda temos que nos preocupar com o dia seguinte, segunda-feira.
      Obrigado pela informação sobre a locação da cena do trem. Aquilo foi um absurdo hehe. O filme inteiro é uma tortura!
      Abraços

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  6. O filme ficou muito louco. Simplesmente demais. Quem nunca teve capacidade de fazer um curta sequer tem mesmo é que ficar de fora desse show. Só criticando em um computador barato de uma sala suja. E como vocês acham que eles devem retratar o Brasil, se nenhum de vocês move um dedo pra mudar nossa realidade?

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    • Eu já fiz um curta. E sinto muito, a realidade do Brasil só mudará quando a maioria se mobilizar. Não serei eu a mudar o futuro desse país e corrupto, e certamente, não será você. Eu não sou esquizofrênico, ou seja, só tenho uma personalidade – pode me tratar por “você”, deixe as pessoas que comentaram negativamente sobre está incrível obra de arte fora disto. Amigo tenha mais capacidade crítica e apresente argumentos sobre o filme e sobre a crítica. Não venha falar besteira a respeito de computadores ou salas, pois elas nunca fizeram mal algum ao senhor – eu também não, só para constar. Não preciso de computador barato para escrever minhas críticas. Basta uma folha de papel e um lápis bem apontado.
      Até!

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  7. Eu ja vi filmes muito pior. O filme perde sim suas principais características, mas não deixa de ser legal… acaba se tornando uma questão de ”gosto”, fãs de filmes como ‘Cranck’ devem achar as cenas de ação retratadas no filme, uma coisa sensacional. Não tenho conhecimento profissional nenhum sobre filmes, mais acho que qualquer coisa fica muito mais sem graça quando você ao invés de sentir, e apenas observar, você procura defeitos… não só nos filmes mais na vida real, tudo fica muito mais engraçado e legal quando você procura dar valor apenas as coisas que te agradam. Eu sei que você pode ser um profissinoal na área, e você observa tudo com outros olhos, mais sabe qual a é a de desvantagem disso ? Dificilmente você vai encontrar algum filme que te agrade e te emocione como ‘acontecia’ quando você tinha seus 10 anos. Hoje eu sou musico, e não consigo antes sentir uma musica sem antes analisa-la é legal em uma parte mais horrível pro seu espirito, o importante disso tudo é que o filme pode agradar alguém, mesmo eles sendo ignorantes ou não, sorte a deles, porque souberam aproveitar. Ah e particularmente eu gostei muito do filme, apesar de seu roteiro bem ‘mentiroso’, mais se quiser ver algo um pouco menos mentiroso assista ‘FEDERAL’ e veja como é muito mais ofensivo e grotesco!

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  8. Achar legal os outros países divulgarem o Brasil como um país horroroso? Na minha opinião Um filme desse deveria ser proibido aqui.E também o filme ”RIO” = brasileiro é vagabundo todos pobres e bandidos. os Estados Unidos fazem isso de propósito.Um exemplo é o que eles fizeram com a União Soviética, mostrando para o mundo como o comunismo é ”ruim” .As pessoas sentem vontade de ir para os eua por causa da ”american way of live” onde só tem casinhas brancas carros riqueza familias perfeitas com um cachorro bonito.Mas eles não deixam qualquer um entrar lá.Eu acredito para eles fazerem um filme desse é porque estão se sentindo-se incomodado com o desenvolvimento do Brasil.
    Estou cheio de hollywood! Se nós brasileiros uníssemos para acabar com isso seria bacana,mas não ”tudo é uma beleza”.
    Veja esse video desse jogo http://www.youtube.com/user/rockstargames?ob=4&feature=results_main ,,,para ver o ponto que eles chegaram.

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  9. Realmente você tem toda a razão…O problema foi que tive que assistir obrigatoriamente esse filme para uma atividade da pós graduação que estou fazendo…Não sei se você concorda, mas os site que estão disponibilizando gratuitamente pela internet esses filmes, com representações estereotipadas, estão impondo condições nas representações ideológicas que normalmente existem nos filmes hollywoodianos…Pelos menos acredito que isso poderá acontecer e acredito que será ótimo para o cinema mundial…

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