6 respostas em “Resenha: “11-11-11”

  1. Fala, Matheus! Quanto tempo, haha!
    Putz, se essa é a resenha só quero ver a crítica completa, vai ficar show com certeza! Pra ser sincero nem tava dando muita bola pra esse filme, achei que ia ser daqueles “terrorzinho meia-boca”, mas agora bateu uma curiosidade… Vou conferir. E aí, firme nos estudos?
    Abraços.

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    • Aeeee YURI! Cara, achei que tinha acontecido alguma coisa com você. Sumiu, pô! Pois é, escrevi esse texto na pressa mesmo para não perder o dia hehehe. Ele é bem meia-boca mesmo. Produção indie total, mas até que tem uns efeitos bons pelo orçamento baixo. A maquiagem é um lixo. Veja “A Pele que Habito”, esse sim é fenomenal.
      Cara, já terminei o E.M., agora só falta entrar na faculdade. Mas to sem tempo, mano. Tanto que só consegui te responder hoje.
      Abraços, man!

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  2. Com a leva de filmes de terror atuais, acho que 2.5 é a mesma coisa que um 4, nem me lembro a última coisa que conseguiu me arrepiar. Um dia eu ainda assisto 11-11-11, mas sem muitas expectativas. E espero seu texto completo, hehe.
    Abraços!

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    • Hauhauahuaha boa, Gabriel! Não deixa de ser verdade… Olha, o filme não assusta quase nada e também não trabalha muito bem com o “medo”. Não sei se você já viu “Sobrenatural”, mas posso te afirmar que é o melhor filme de terror de 2011. Eu também espero meu texto completo hauhauahua.
      Abraços!

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  3. Matheus,

    Mais um exemplar que achei medíocre na minha vida cinéfila. Um roteiro muito bobo e mal amarrado e as falhas começam nas oportunidades que Javier deixar passar antes de concretizar o seu objetivo ou nos acasos que levam todos os personagens a convergirem no clímax.

    Eu também achei a fotografia deselegante, bem como a montagem frenética especialmente no clímax sintomas de que Jogos Mortais se foi, mas não deixou o Darren (e é patente que o filme que abusa de flashbacks “explicando” o longa para o espectador seja fruto das experiências do diretor nos filmes do Jigsaw).

    Em suma, apesar do clima de claustrofobia que você menciona ter sido orgânico e a única boa decisão, é insuficiente para um filme parido de Número 23, flertando com Stephen King (a menção a Estranha Obsessão ou o labirinto de O Iluminado) e cujos seres do além são unicamente importantes para assustar (e juro que imaginei eles fazendo BUUUU)!

    No mais, abraços meu caro!

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    • Pois é, amigo. É bem medíocre mesmo, mas a narrativa me conquistou, cara. O melhor aspecto deste filme é o roteiro (tirando o final super nojento e mal elaborado). Sim, tinha notado esse lance da edição um decoro ruim do diretor. A montagem não caiu tão bem como na série “Jogos Mortais”. A fotografia realmente desagrada. A variação dos tons e a temperatura das cores eram bruscas demais, um erro que causa uma pseudo-náusea no espectador.

      Sim, concordo. Nunca assisti “Número 23”, mas vou dar uma procurada para te responder depois. É essas referências não adicionaram muita coisa para o público alvo deste filme, mas não deixa de divertir quem reconhece as sacadas hehehe.

      Os “monstrengos” do longa deixa a desejar. São clichês e parecem ter vindo do figurino de “Simão, o fantasma trapalhão”. Se eles fizessem BUUUU, acho que conseguiriam ter me dado um susto hahahaha.

      Abraços!

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