Crítica: Caça-Fantasmas

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Um dos últimos casos de histeria coletiva que acometeu o mundo pop aconteceu com o novo Caça-Fantasmas. O reboot conseguiu angariar o ódio generalizado de muitos ditos “fãs” da franquia original de 1984. Nas sucessivas ondas de desprezo, o primeiro trailer do longa conseguiu a marca recorde de ser o vídeo mais negativado da história do YouTube. Já com a polêmica, o longa se tornou histórico.

Agora, trinta e dois anos depois que o mundo conheceu os Caça-Fantasmas originais, temos uma nova geração de caçadoras chegando aos cinemas. Mas será que se trata de uma obra tão péssimo como tantos acreditam? Não, na verdade é uma excelente comédia.

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Crítica | A Era do Gelo: O Big Bang

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Após o retorno mitológico da turma de Procurando Nemo aos cinemas, também neste ano tivemos a volta da trupe Sid, Manny e Diego para as telonas. Porém, desde 2002, muita coisa mudou. Mesmo apresentando um encantador primeiro filme do qual carrego memorias afetivas queridas, não consigo negar que a saga foi perdendo notória qualidade, apesar do sopro de alívio que foi A Era do Gelo 3 após o péssimo segundo filme. As coisas saíram de seu rumo de vez com Carlos Saldanha fugindo do núcleo criativo. A Era do Gelo 4, mesmo divertido, era mais um exemplar de obra fraca e rapidamente esquecível. Este novo A Era do Gelo: O Big Bang não colabora muito para elevar a franquia para a qualidade de seu primeiro filme.

Scrat, em suas peregrinações rotineiras para encontrar o encaixe perfeito para sua noz, acaba ativando um disco voador congelado em um iceberg. Preso dentro da nave, o esquilo parte para o espaço. Sem saber controlar o dispositivo de modo apropriado, entra em colisão com diversos asteroides. Nisso, infelizmente, o maior de todos eles entra em rota de colisão com a Terra. Observando o gigantesco meteoro, Manny, Sid, Diego, Vovó, Crash, Eddie, Ellie, Shira, Amora, Julian e Buck partem para tentar resolver o problema que pode levar toda a vida no planeta para a extinção. Além dessa ameaça astronômica, Manny e Ellie são obrigados a lidar e conviver com seu genro e convencer Ellie a não se separar de sua família após o casamento com Julian. Fora isso, um bando de dino-aves persegue Buck atrapalhando o progresso do grupo até seu destino final.

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Crítica: Amizades Improváveis

 

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“Cuidar de alguém não se trata apenas de alimentar, vestir e limpar. Trata-se também de compreender como navegar na complicada relação entre aqueles que cuidam e aqueles que precisam de cuidados”. Assim somos apresentados a Amizades  Improváveis (no original “The Fundamentals of Caring”). A mais nova produção da Netflix é baseada na obra literária “The Revised Fundamentals of Caregiving”, de Jonathan Evison com a direção de Rob Burnett.

Ben, vivido por Paul Rudd, é um escritor que tem passado por dificuldades inimagináveis em sua vida: após perder seu filho, agora encara um divórcio e não quer de forma alguma assiná-lo. Então resta a ele se tornar um cuidador, como talvez não somente uma forma de redenção, mas uma nova forma de viver. Eis que somos apresentados a Trevor (Craig Roberts), seu primeiro cliente. O rapaz de vida sedentária logo troca farpas com o personagem de Rudd, mas quando ocorre o embate entre a aflição íntima dos personagens, Ben propõe que Trevor aceite partir em uma roadtrip em busca de visitar lugares nos quais onde ele ficou obcecado vendo em sua TV.

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Crítica: Batman vs Superman – A Origem da Justiça | Edição Definitiva

 

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Obs: contém spoilers

Fui um dos poucos que defendeu BvS com unhas e dentes desde a estreia do longa. Massacrado pela crítica e com recepção abaixo da esperada pelo público, Warner e Zack Snyder foram pegos de surpresa, afinal este longa era a maior aposta do estúdio para os lançamentos destinados ao verão americano. O negócio foi tão urgente que em questão de dias após a estreia, foram liberadas cenas deletadas que conferiam melhor entendimento para a narrativa do filme.

Pouco depois disso, já anunciaram que o polêmico filme receberia uma versão estendida contendo 30 minutos de cenas inéditas. Hoje, finalmente podemos conferir como Snyder havia pensado no longa por completo e, certamente, se trata de uma obra melhor. Entretanto, pontuo, no meu extenso texto no qual discorri sobre o longa, apontei que se tratava de uma obra diferente, que se tratava de um novo modelo de blockbuster que tinha sido germinado com Mad Max – um projeto menos arriscado do que os convencionais.

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Crítica: Procurando Dory

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É com plena certeza que afirmo que Procurando Nemo foi o filme que eu mais vi nos cinemas em toda a minha vida. Eu adorava a grandiosa jornada de Marlin e Dory pelos sete mares repletos de perigos a fim de encontrar seu filho perdido. Claro que mesmo contando uma história relativamente simples, só fui encontrar os verdadeiros brilhos da obra depois de certa idade. Ainda é um marco tecnológico e narrativo para a Pixar. Foi a primeira vez que a equipe abordou temas muito complicados como a morte, a deficiência e a depressão os moldando de modo leve e aprazível, repleto de carisma e fofura.

Com a compra da Pixar por parte da Disney, a política interna da empresa se alterou. Antes levando apenas projetos originais – com exceção de Toy Story 2¸ o prisma de negócios mudou com Carros 2 e Universidade Monstros indicando até mesmo uma crise criativa após uma leva significativa de filme razoáveis com exceção de Toy Story 3 e Divertida Mente. Agora, depois de treze anos, finalmente a produtora lança a tão aguardada sequência de Procurando Nemo. Mas Procurando Dory se aproxima mais da era de ouro do consagrado estúdio ou cai na safra chamada disneylizada da Pixar? Digamos que é um misto (quase) perfeito desses dois mundos.

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Crítica: Divertida Mente

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Pixar, a fênix!

Desde 2012, o estúdio de animação mais conceituado do ocidente não trazia histórias originais. E, convenhamos, elas faziam muita falta. A Pixar manteve seu padrão de qualidade com os últimos dois filmes: Valente e Universidade Monstros, porém, agora com Divertida Mente, ela volta a surpreender e marcar ainda mais em nossas memórias porque amamos tanto seus diversos trabalhos.

Riley e sua família vivem tranquilamente felizes em Minnesota, porém, devido ao trabalho de seu pai, eles são obrigados a mudar para a apressada cidade de São Francisco. Logo, a pequena garota tem que se adaptar ao encarar a verdadeira primeira mudança em sua vida. Porém, dentro de sua cabeça, suas emoções, Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho, trabalham incessantemente para deixar a garota mais confortável com a situação. Entretanto, após um acidente e uma descoberta intrigante, Alegria e Tristeza acabam se perdendo dentro da cabeça da menina. Apenas com a Raiva, Medo e Nojinho trabalhando, Alegria e Tristeza correm contra o tempo para que sua ausência não resulte em uma mudança permanente na personalidade de Riley.

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